Diabetes Infantil: Fique atento (a)! – Laboratório Farreras Valenti
RESULTADOS DE EXAMES

Comum em adultos, a diabetes é uma doença que também pode acometer as crianças. De acordo com dados da Federação Internacional de Diabetes (IDF) a doença atinge 366 milhões de pessoas em todo o mundo e 12 milhões no Brasil, das quais cerca de 10% são portadoras do diabetes tipo 1, a forma mais grave, que atinge principalmente crianças e adolescentes, onde a destruição maciça das células insulínicas do pâncreas é responsável pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue, o que torna o tratamento com insulina extremamente necessário.

Os sintomas mais comuns da doença são sede excessiva, apetite voraz, emagrecimento, cansaço e urinar com muita frequência e em grande quantidade, geralmente os sintomas aparecem em conjunto. Contudo, é importante ressaltar que há diferenças entre a diabetes mellitus 1 e a mellitus tipo 2.

A diabetes mellitus tipo 2 surge sobretudo na idade adulta, e está relacionada à obesidade, sedentarismo e alimentação rica em gorduras, carboidratos e pobre em fibras, ou seja, uma dieta pouco saudável. Porém, com o aumento da obesidade infantil, tem aumentado também o número de crianças diagnosticadas com este tipo de diabetes, o que no passado era pouco comum.

O diagnóstico e o tratamento precoce da diabetes evitam as possíveis complicações características da doença. Desde o nascimento dar preferência pelo aleitamento materno, evitando a alimentação artificial, rica em açúcares desnecessários nesta fase, é uma ótima medida de prevenção. Por isso os pais devem estar atentos aos sinais e realizarem visitas periódicas ao médico pediatra, que indicará, quando necessário, a análise dos níveis de açúcar no sangue. O teste de glicose é um exame simples, de baixo custo e o resultado é liberado no mesmo dia.

Uma vez mantidos sob controle os níveis de açúcar no sangue, a criança poderá manter padrões de vida normais. Contudo, quando a insulina for indicada e, ministrada de forma incorreta, o equilíbrio metabólico será prejudicado, implicando em riscos de descompensação aguda, como o coma, e complicações a longo prazo, que atingem sobretudo os olhos, os rins, o coração e os vasos sanguíneos.

Para que um tratamento seja efetivo, é necessário um trabalho educativo realizado entre pais, familiares, médicos, professores, e todos que tenham um contato mais direto com as crianças.


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