O que é asma? – Laboratório Farreras Valenti
RESULTADOS DE EXAMES

Também conhecida como asma brônquica ou bronquite asmática, a asma é uma doença que causa inflamação nas vias respiratórias, o que, por sua vez, provoca o estreitamento das vias e dificulta a respiração. Ocorre principalmente em pessoas com quadros de alergia, ou que possuem histórico familiar.

O estreitamento das vias pode ser desencadeado por vírus ou bactérias, mudanças climáticas, fumaça de cigarro, pólen, ingestão de determinados alimentos, medicamentos, gripes, resfriados, cheiros fortes, dentre outros.

Quando entram em contato com o pulmão, estes alergênicos ou microrganismos despertam a ação das células de defesa do organismo, mas, ao invés de resolver o problema da inflamação, as substâncias liberadas pelo organismo acabam provocando o estreitamento dos brônquios e dos bronquíolos, principalmente dos mais próximos dos alvéolos.

Contudo, as causas da asma variam, e nem todo indivíduo alérgico terá asma, do mesmo modo que nem todos os casos de asma podem ser explicados pela resposta alérgica do organismo. Nos portadores da doença, o revestimento das vias aéreas está constantemente inflamado por conta da sensibilidade aumentada dos brônquios.

Durante as crises asmáticas, esta sensibilidade é potencializada, o que provoca o estreitamento das vias aéreas e provoca tosse, chiado e dor no peito e falta de ar. Estes sintomas podem ocorrer em qualquer hora do dia, mas são mais comuns no período da manhã ou da noite.

Em casos de maior gravidade, os pacientes ainda podem sofrer com crises prolongadas de asma, que duram por até dois dias, com considerável agravo dos sintomas. Nestes casos, há o risco de o indivíduo entrar em falência respiratória, ou seja, quando o alvéolo está cheio de gás carbônico e o oxigênio não chega até os pulmões.

 

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico da asma é realizado através da observação dos sinais e sintomas apresentados pelo paciente. Além disso, o médico responsável comumente solicita exames clínicos, como radiografia do tórax, espirometria e exames de sangue.

Para tratar a doença, o paciente deve ter cuidados específicos com o ambiente onde vive, evitando possíveis causadores de crises – ainda mais em casos em que o mesmo ainda é alérgico. Em casos de crise, o alívio dos sintomas se dá com o broncodilatador, disponível em forma de bombinhas, injeções, xaropes, cápsulas ou comprimidos.

E, na última segunda-feira (21), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o uso de um novo medicamento para o tratamento da doença. O Nucala® (mepolizumabe), inédito no Brasil, passa a ser indicado quando a doença atinge o estado grave em adultos.

Alguns indivíduos que possuem este tipo de quadro têm um tipo de glóbulo branco, chamado eosinófilos, no sangue e nos pulmões, o que caracteriza a asma eosinofílica. O medicamento bloqueia a ação da proteína interleucina-5, o que limita a produção de eosinófilos pela medula óssea.


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