Todos juntos contra o Aedes Aegypti! – Laboratório Farreras Valenti
RESULTADOS DE EXAMES

O Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, febre amarela, zika e chikungunya, vive em torno de trinta dias, e chega a colocar de 150 a 200 ovos, comumente em recipientes como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos sob vasos de plantas ou outro local que possa armazenar água. Caso a fêmea esteja contaminada por um dos vírus, ao completarem seu ciclo evolutivo, os mosquitos transmitirão a doença.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti têm tido uma queda expressiva no número de casos, sendo notificados até setembro deste ano apenas 219.040 casos prováveis de dengue em todo o país – uma redução de pouco mais de 85% em relação ao mesmo período de 2016.

No caso da chikungunya, a redução é de 34,2% em comparação ao ano anterior, e o número de casos do Zika Vírus caíram cerca de 92,6%, sendo registrados apenas 15.586 casos prováveis, enquanto no ano passado o Brasil registrou pouco mais de 211 mil notificações.

Contudo, a luta contra o mosquito está longe de acabar, e, pensando nisso, teve início no dia 23 de outubro a Semana Nacional de Mobilização para o combate ao Aedes aegypti, uma iniciativa do governo federal que conta com o engajamento dos setores da Educação, Assistência Social e Saúde.

O principal objetivo da ação, programada até o dia 28 de outubro, é alertar a população sobre a importância de combater o mosquito transmissor, uma vez que as estações mais quentes são os períodos mais propícios para a proliferação da espécie – e, consequentemente, das doenças que transmite.

Como se prevenir

Para manter sua família protegida contra as doenças transmitidas pelo mosquito, basta seguir dicas simples, incluindo-as na rotina diária. Não deixar que a água se acumule nos pratos de plantas e acrescentar areia para evitar o problema é uma boa opção, bem como, uma vez por semana, lavá-los com escova, água e sabão.

Colocar o lixo em sacos plásticos e manter a lixeira bem fechada, não deixar a água da chuva se acumular sobre a laje ou dentro de pneus e garrafas, e manter barris e tonéis de água bem tampados são outras das iniciativas fundamentais para impedir a proliferação do Aedes. Todos juntos nessa luta!


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